Velho Rock'n Roll

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>Dexx Psychedelic Tears 74

Posted by dexxcwb em 8 de maio de 2011

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No ar, mais um Dexx Psychedelic Tears.
O programa de hoje é carregado de guitarras.
01 – Bachman-Turner Overdrive – Don’t Get Yourself In Trouble
02 – Bachman-Turner Overdrive – Gimme Your Money Please
03 – Bachman-Turner Overdrive – Little Gandy Dancer
04 – Bachman-Turner Overdrive – Stayed Awake All Night
05 – Bachman-Turner Overdrive – Hold Back The Water
06 – Jeff Beck – Blues De Luxe
07 – Jeff Beck – Jailhouse Rock
08 – Jeff Beck – Led Boots
09 – Jeff Beck – Play With Me
10 – Jeff Beck – Jeff’s Boogie
11 – Jeff Beck – So What
12 – Jeff Beck – Shapes Of Things
13 – Jeff Beck – Cause We’ve Ended As Lovers
14 – Stevie Ray Vaughan – Look at little sister
15 – Stevie Ray Vaughan – Looking out the window
16 – Stevie Ray Vaughan – Aint gonna’n’ give up on love
17 – Stevie Ray Vaughan – Pride and joy
18 – Stevie Ray Vaughan – Texas flood


No último bloco, participando do “Meu Som na RWULP”, João Luiz Vilela.
Com o excelente disco “Ten Years After”, ele reencontrou a música após 10 anos (palavras do próprio), e gravou o disco inteiro. Mais um “fio da véia” como diria o Johnny F, com a coragem de gravar um disco instrumental.

19 – João Luiz Vilela – 01 – Crossfire
20 – João Luiz Vilela – 02 – Alone
21 – João Luiz Vilela – 03 – Arcabouço
22 – João Luiz Vilela – 05 – About You
23 – João Luiz Vilela – 06 – Cold Way
24 – João Luiz Vilela – 07 – Blow Away
25 – João Luiz Vilela – 08 – Hold Up
26 – João Luiz Vilela – 09 – Fly By
27 – João Luiz Vilela – 10 – Lost Time
28 – João Luiz Vilela – 11 – Seasons
29 – João Luiz Vilela – 12 – Spanish Run
30 – João Luiz Vilela – 13 – Stick
31 – João Luiz Vilela – 14 – The Last Ballad
32 – João Luiz Vilela – 15 – Turn Around

Para contato com João Luiz Vilela:
jlmv@brturbo.com.br






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>Dexx Psychedelic Tears 73

Posted by dexxcwb em 24 de abril de 2011

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No ar, mais um café da manhã com cogumelos.
Este é um programa psicodélico. Segurem suas cabeças, antes que elas saiam voando por aí…

Primeiro bloco com Guru Guru.

Guru Guru – Kanguru (1972)

01 – Guru Guru – Oxymoron
02 – Guru Guru – Immer Lustig
03 – Guru Guru – Baby Cake Walk
04 – Guru Guru – Ooga Booga



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Segundo bloco com “Meu Som na RWULP”, apresentando a banda Anjo Gabriel.
Progressivo de qualidade, feito por esta banda de Recife.

Copiando a biografia da banda do MySpace:
Anjo Gabriel é Psicodélica. Com ecos da cena udigrudi dos anos 60 e 70. Para complementar a equação adicione o Kraut Rock alemão produzido nos anos 70 e todo ácido que é possível diluir em sons incrivelmente caóticos, que se entrecruzam e soam como aglomerados de galáxias agonizantes perdidas em corredores de tempo e espaço. Tempo e espaço inclusive são elementos extremamente fluidos, proporcionando uma intensa viagem de surrealidade rock’n’roll. A banda formada em 2005 vem desde então tocando em eventos undergrounds e formando um publico cada vez maior. A principal característica da banda é a sua sonoridade que busca, através de suas performances, trazer de volta o ambiente sonoro das décadas de 60 e 70, não apenas nas musicas, mas em relação aos timbres, composição e indumentária da banda, tudo isso remete á essas décadas que na visão da banda foi o ápice da criação musical. Atualmente o grupo está em fase de pré-lançamento de seu primeiro disco que será lançado em Vinil duplo.


Anjo Gabriel – O Culto Secreto do Anjo Gabriel (2011)

05 – Anjo Gabriel – Peace Karma
06 – Anjo Gabriel – Sunshine in Outer Space
07 – Anjo Gabriel – Mantra III
08 – Anjo Gabriel – Astralysmo
09 – Anjo Gabriel – 1973
10 – Anjo Gabriel – O Poder do Pássaro Flamejante (DubdeepSabbath)


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Para entrar em contato com a banda Anjo Gabriel:
(81) 9833-5458





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>Dexx Psychedelic Tears 72

Posted by dexxcwb em 17 de abril de 2011

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No café da manhã com cogumelos deste domingo, três discos para a nossa discografia básica. Primeiro, Janis Joplin com a Big Brother & The Holding Company e o disco Cheap Thrills (1968)


Janis Joplin – Combination of two
Janis Joplin – I need a man to love
Janis Joplin – Summertime
Janis Joplin – Piece of my heart
Janis Joplin – Turtle blues
Janis Joplin – Oh, sweet mary
Janis Joplin – Ball and chain


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O segundo disco é uma homenagem a este maluco que nos deixou recentemente, e que faria aniversário no dia 20 de abril. Lula Cortes e o disco Rosa de Sangue (1980).


Lula Côrtes – Lua viva
Lula Côrtes – Balada da calma
Lula Côrtes – Casaco de pedras
Lula Côrtes – Nordeste Oriental
Lula Côrtes – Bahjan – Oração para Shiva
Lula Côrtes – São tantas as trilhas
Lula Côrtes – Noite preta
Lula Côrtes – Dos inimigos
Lula Côrtes – A pisada é essa
Lula Côrtes – Rosa de sangue



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E o terceiro e último bloco com o clássico In The Court Of The Crimson King (1969), do King Crimson.

King Crimson – 21st Century Schizoid Man
King Crimson – I Talk To The Wind
King Crimson – Epitaph
King Crimson – Moonchild
King Crimson – The Court Of The Crimson King




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>Dexx Psychedelic Tears 71

Posted by dexxcwb em 10 de abril de 2011

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No ar, mais um café da manhã com cogumelos. Servido com generosa doses de guitarra.


01 – The Allman Brothers Band – Statesboro Blues
02 – The Allman Brothers Band – Drunken Hearted Boy
03 – The Allman Brothers Band – One Way Out
04 – The Allman Brothers Band – Done Somebody Wrong
05 – ZZ Top – Got Me Under Pressure
06 – ZZ Top – Gimme All your Lovin’
07 – ZZ Top – Sharp Dressed Man
08 – ZZ Top – Legs
09 – Hydra – Little Miss Rock & Roll
10 – Hydra – The Pistol
11 – Hydra – Land of Money
12 – Hydra – Let the Show Go On
13 – Bixo Da Seda – Já Brilhou
14 – Bixo Da Seda – É Como Teria Que Ser
15 – Bixo Da Seda – Bixo Da Seda
16 – Bixo Da Seda – Gigante




No último bloco, mais uma banda participando do “Meu Som na RWULP”.
Com vocês, Pão de Hamburguer.
Do release da banda: “Pão de Hamburguer é uma banda de rock’n’roll curitibana. No seu repertório de composições próprias, possui canções de forte identidade lírica e instrumental, algumas já bem conhecidas por quem acompanha a cena da cidade. Afora os rótulos inevitáveis que se podem deduzir rápidamente numa primeira audição do grupo, é possível dizer que variam entre um rock viajado e vigoroso, com fartas mudanças de ritmo, à músicas de puro deboche e humor nonsense, como o blues “Pra matar coronel”. Também entram nessa lista, ousadias como a música “Have a Nietzsche Day”, com seu toque de poesia concreta, mas que no final é apenas uma boa música pra se cantar (se você sabe a letra).”


17 – Pão de Hamburguer – Oh Pai!
18 – Pão de Hamburguer – Princesinha do Tio
19 – Pão de Hamburguer – Sr. Dali
20 – Pão de Hamburguer – Auto ajuda
21 – Pão de Hamburguer – Homem do Dia
22 – Pão de Hamburguer – Jonas
23 – Pão de Hamburguer – O Campeao da Apatia
24 – Pão de Hamburguer – Have a Nietzsche Day
25 – Pão de Hamburguer – Ontem e Hoje






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>Dexx Psychedelic Tears 70

Posted by dexxcwb em 3 de abril de 2011

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No ar, mais um café da manhã com cogumelos.
Neste programa, discografia básica com a excelente coletânea do The Who.



01 – The Who – I Can See For Miles
02 – The Who – Its Not Enough
03 – The Who – Eminence Front
04 – The Who – Pictures Of Lily
05 – The Who – Who Are You
06 – The Who – My Generation
07 – The Who – Substitute
08 – The Who – Real Good Looking Boy
09 – The Who – Happy Jack
10 – The Who – The Kids Are Alright
11 – The Who – I Cant Explain
12 – The Who – Love Reign Oer Me
13 – The Who – You Better You Bet
14 – The Who – Behind Blue Eyes
15 – The Who – Baba Oriley
16 – The Who – Wont Get Fooled Again
17 – The Who – Magic Bus
18 – The Who – Squeeze Box
19 – The Who – Pinball Wizard




No último bloco, duas bandas participando do “Meu Som na RWULP”.
Primeiro vamos de Zé Primo, banda da qual faz parte o nosso mano Marcio CS, apresentador do Salada Auditiva.


20 – Zé Primo – Carnaval
21 – Zé Primo – Até o Final
22 – Zé Primo – Festa em Apartamento
23 – Zé Primo – Fotografia



Na sequencia, a banda do meu camarada Renaclo, que eu tive a honra de conhecer no Psicodália 2011. Como este festival rendeu boas amizades…
Com vocês: Trip Deluxe

24 – Trip DeLuxe – Aurora
25 – Trip DeLuxe – Deixa
26 – Trip DeLuxe – Fevereiro
27 – Trip DeLuxe – Nada pra esquecer
28 – Trip DeLuxe – Questão de tempo
29 – Trip DeLuxe – Supernova

Contatos:




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>Dexx Psychedelic Tears 69

Posted by dexxcwb em 27 de março de 2011

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No café da manhã com cogumelos de hoje, volto às raízes e trago um pouco de psicodelia.


01 – Steve Hillage – Motivation
02 – Steve Hillage – Radio
03 – Steve Hillage – Meditation Of The Snake
04 – Steve Hillage – Not Fade Away (Glide Forever)
05 – Genesis – The Musical Box
06 – Genesis – Where the Sour Turns To Sweet
07 – Genesis – Seven Stones
08 – Genesis – One day
09 – Cream – Crossroads
10 – Cream – Those Were The Days
11 – Cream – Born Under A Bad Sign
12 – Cream – White Room

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No último bloco, mais uma banda que está na batalha, mostrando seu trabalho.



Apresentando a banda Massahara, formada por Fábio Gracia (guitarra e voz), Allan Ribeiro (Baixo), Renato Amorim (bateria) e o Ronaldo Rodrigues (teclados).
Eles citam como principal influência na sua página do MySpace gente de peso: Capitain Beyond, Dust, Black Sabbath, Cream, Beck, Bogert and Appice, Armageddon, Grand Funk Railroad, The Jimi Hendrix Experience.

13 – Massahara – 01 – Contramão
14 – Massahara – 02 – Lugar ao Sol
15 – Massahara – 03 – Cabeça Boa
16 – Massahara – 04 – Já nem Ligo Mais
17 – Massahara – 05 – Mandacarú
18 – Massahara – 06 – Zóio d’Cobra
19 – Massahara – 07 – Tudo o que eu Quero
20 – Massahara – 08 – Massahara

Para entrar em contato com a banda:




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>Dexx Psychedelic Tears 68

Posted by dexxcwb em 20 de março de 2011

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No ar, o seu café da manhã com cogumelos. Hoje servido com muito blues.

01 – Chicken Shack – Imagination Lady – Daughter Of The Hill
02 – Chicken Shack – Imagination Lady – Going Down
03 – Chicken Shack – Imagination Lady – The Loser
04 – Chicken Shack – Imagination Lady – Poor Boy
05 – Joe Cocker – You can leave your hat on
06 – Joe Cocker – N’Oublies jamais
07 – Joe Cocker – Unchain my heart
08 – Joe Cocker – Don’t let me be misunderstood
09 – Trapeze – Black Cloud
10 – Trapeze – Your Love Is Alright
11 – Trapeze – Medusa
12 – Trapeze – Makes You Wanna Cry
13 – The Rolling Stones – Sister Morphine
14 – The Rolling Stones – You Gotta Move
15 – The Rolling Stones – Brown Sugar
16 – The Rolling Stones – Can’t You Hear Me Knocking
17 – Johnny Cash – Family Bible
18 – Johnny Cash – Hey Porter
19 – Johnny Cash – Where Did We Go Right
20 – Johnny Cash – Ring Of Fire


E a partir deste programa, abrindo espaço para a galera que quiser mostrar a sua banda.
Começando com os curitibanos do Hillbilly Rawhide.



21 – Hillbilly Rawhide – Drunk And Crazy
22 – Hillbilly Rawhide – F.N.M.
23 – Hillbilly Rawhide – Joe Lee
24 – Hillbilly Rawhide – O Enxofre E A Cachaça

Contatos a banda:

Contato para shows:
MOISÉS WENGER
(41) 3085-4999
(41) 8858-6102


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>Psicodália 2011 – Segundo dia

Posted by dexxcwb em 15 de março de 2011

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Fui dormir na sexta feira com uma certeza: Tinha muita coisa para escrever.
O amanhecer de sábado me pegou com a garganta fechada e muito irritada. Sabia que seria mais um dia complicado, porém os shows prometiam: eu estava ansioso para ver o Traditional Jazz Band.
Como é meu costume, acordei cedo, sai da barraca e fui para a fila do banho.
Filas…
Elas merecem um capítulo à parte neste festival. Houveram muitas filas. Filas para comprar, filas para comer, filas para beber, filas para fazer filas. Há que se ter uma certa adaptação à nova realidade do festival: ele cresceu…
Não tenho acesso aos números. Ainda não saiu o release pós festival, então não sei dizer exatamente quantas pessoas trabalharam, quantas entraram no festival, nem quantas refeições foram servidas. Mas é visível a olho nu a expansão do Psicodália. As filas foram uma consequência. Porém isso de maneira alguma tirou o brilho de todo o festival. Para alguns era apenas a oportunidade de conversar.
Aqui novamente a memória falha, e não consigo me lembrar o que mais eu fiz nesta manhã. Já havia feito a amizade com o Maurício Porão, e creio que foi por ele que fiz mais amizades marcantes, sendo que ocorreu aqui a maior coincidência do festival.
Não lembro como começamos a conversar, mas era uma turma grande: basicamente todos do norte do Paraná, porém alguns morando em São Paulo. Em um determinado momento da conversa um deles percebe a camiseta que eu estava usando, da primeira edição do nosso Festival Virtual (fevereiro/2010). Este era o Luiz, vulgo Le. Ele viu a camiseta do Lágrima Psicodélica e perguntou qual minha relação com o blog (“Cara, você é do Lágrima Psicodélica?”). Nisso, outro que estava dentro da barraca grita de lá “Ow, já baixei coisas de lá. Teve um maluco que colocou uns sons de bandas do Psicodália”. Quando comentei que o maluco era eu, ele se identificou como um anônimo que postou pedindo ajuda, pois não conseguia abrir o arquivo. Eu estava naquele momento conhecendo um anônimo da internet: Era o Raoni, vulgo Capitão Cachaça e seu alter ego Capitão Ressaca, o ser da Luz Divina (“Meio esquizofrênico, não???”). O fato de eu conhecer um anônimo da internet foi, para dizer no mínimo, interessante. Me fez perceber que o trampo que fazemos aqui no blog repercute de algum jeito, e é percebido por pessoas do outro lado do computador.
Junto com Raoni e Luiz, estavam o seu irmão João, a Flávia (“já falei que é o mesmo nome da minha filha?”), Carol (na falta de uma, tinham duas), Thiago, Guga, Fozzy, Japa, Bruno. Galera do norte do Paraná e São Paulo, que foram os companheiros pelo restante do festival. Povo que dividiu tudo: amizades, bom humor, camaradagem.

Também neste dia conversei com um carioca. Conversas amenas, sem maiores detalhes. Quando falávamos sobre o festival (estrutura / bandas / organização) ele se identifica como o criador/organizador do Aldeia Rock. Jailton. Como todo carioca, um cara bom de papo. Conversamos muito sobre músicas e festivais, afinal nos shows eu sempre estava lá na frente fotografando, e ele assistindo.
Ganhei um ingresso para assistir ao Aldeia Rock deste ano. Número 0007. A vontade de embarcar numa viagem doida ao Rio de Janeiro é grande.
O Jailton veio, conversou com os organizadores do Psicodália. Quem sabe o que não pode sair dali? Vida longa aos festivais e ao rock’n roll…


Shows Sábado à tarde

No palco do Sol, a primeira banda a se apresentar foi o Smokers. Gostei do som, mas não me recordo muito mais porque aqui estava com um pouco de febre e garganta fechada. Tirei algumas fotos e fui tomar uma água sem gelo (garganta fechada e água gelada não combinam) e procurar as meninas da assessoria de imprensa do Festival.


Voltei a tempo de ver o segundo show da tarde: Trem Fantasma.
Já falei dessa banda. Os moleques fazem um som que eu gosto muito, e fizeram o show conforme eu esperava. Simples, direto. As músicas do EP foram bem tocadas, e agradou a quem assistiu.




Não vi a terceira apresentação do dia: Nego Blue.


Pausa para um lanche, conversas com amigos novos, e pronto para os shows da noite. Estava ansioso para ver a Traditional Jazz Band, mas o cansaço e a garganta estavam me derrubando. Infelizmente, não aguentei e fui dormir antes do show da TJB. Fotos deles somente quando chegaram para passagem de som e coletiva de imprensa. Não participei pois estava fotografando os shows da tarde.

Shows Sábado à noite

A noite começou com o rock com viola do Zé Trindade. Banda mineira com um som bem consistente. Mineirada presente no Psicodália (eram muitos) sempre aos gritos de “ROCK’N ROLLLL ZÉÉÉÉÉÉÉÉ”. Som funciona muito bem ao vivo, com pegada. Pena a viola vez ou outra fazer uma barulheira. Problemas com o cabo. Porém, isso não tirou o brilho da apresentação e da pegada dos mineiros…


Pausa para mais uma garrafa de ága sem gelo, mastigar um salgado qualquer, fazendo o tradicional pedido “Me alimente”. Não perguntei o nome da menina que gentilmente me atendia, mas não precisávamos de nomes. Amizades se fazem fácil neste festival, sem rótulos.

Voltei para frente do palco, pois ia começar o show da Trupe Sonora Casa de Orates. Eu esperava mais uma apresentação foda. Torcia para ouvir as mesmas canções do disco O Artesão dos Sonhos, canções essas que eu canto à exaustão, pois o disco realmente me cativou. Começa a apresentação, e eu que não sabia de nada fiquei olhando. Tinha alguma coisa estranha. Onde estavam as máscaras? A trupe entrou com os rostos pintados, e executando canções do novo disco, que a banda ainda está gravando. Luaria. Mais uma viagem psicodélica/musical/teatral. De queixo aberto, tento prestar atenção ao show e registrar em imagens o visual da trupe. Não tenho dúvidas de que este será mais um disco que vai me agradar em cheio: as viagens sonoras da trupe me levam longe. “Me deem asas mas tirem meus pés”. Eles já fizeram isso.
Muitas fotos depois, vejo a platéia atenta. Pelo visto, muitos outros esperavam também pelo Artesão. A apresentação cênica está mais marcante neste show. Ao final de cada ato, cada música, aplausos e mais aplausos.


Ao final do show, a banda agradece. “Só os loucos criam”…
O bis veio com Colinas, do Artesão dos Sonhos. Um final de show com uma fantástica viagem onírica… “Palavras são palavras, nada mais”. Nada mais apropriado. Sinto por quem perdeu o show…

Pausa para mais uma garrafa de água sem gelo. O cansaço estava ficando insuportável, a chuva irritante, e a garganta fechada.

O terceiro show da noite agrada em cheio ao público do Psicodália: Sopa.
A banda apresenta seu som cheio de cores, bexigas. Com um forte apelo à festa e diversão, a galera agradece e canta/pula.


Aqui minha garganta me irritava tanto, meu cansaço era tão grande, que após algumas músicas e mais algumas fotos, fui para a barraca descansar, pensando em voltar para o Traditional Jazz Band. Triste ilusão… dormi até o amanhecer e perdi o restante da noite…

Continuo numa próxima postagem…

Sites para contatos com as bandas citadas aqui:


Mais fotos do Psicodália na minha página no Flickr.

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>Psicodália 2011

Posted by dexxcwb em 11 de março de 2011

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Começo com um aviso: esta postagem é sim gigantesca, tal qual a quantidade de sensações que o Festival Psicodália 2011 me causou. Sei que muitos visitam os blogs para simplesmente “baixar músicas”, mas tive neste festival uma noção de reconhecimento do trampo que nós damos aqui no blog e na rádio, então peço desculpas e licença, e vou escrever muito, mas muito mesmo, sobre o Psicodália. E vale ressaltar que este relato é totalmente pessoal, e hoje já é difícil lembrar dos detalhes de cada fato. Por exemplo, conheci Maurício Porão, fotógrafo fantástico, grande amigo, e com um trampo muito bonito. Porém já não lembro como o conheci, o que nos aproximou. A memória começa a pregar peças. Assim, receio não lembrar o nome de todos com quem conversei, porém isso não me impedirá de reconhecê-los na rua e dar um grande abraço em cada um.

Mauricio Porão no meio da galera


A cada noite em que entrava na barraca, ficava imaginando como escreveria o post para o blog. Uma tarefa que certamente facilitaria meu trabalho agora – quase uma semana depois, seria se eu tivesse naquela oportunidade meu notebook. Com os fatos recém acontecidos a memória não me pregaria peças como faz agora.
Assim, o que me lembro é que cheguei à seguinte conclusão: “Vou montar postagens distintas para falar do Festival em si (organização, local, oficinas, etc), uma postagem para falar dos sons e uma postagem para falar das pessoas”. Porém, na hora de escrever não consigo separar as coisas. Então vai ser do jeito que rolar. Vou escrevendo, e torcer para chegar ao final com uma postagem condizente com o Festival.
Digo ainda que não sou um “critico musical”, apenas alguém que curte muita música, e por isso as minhas impressões/opiniões sobre as bandas que vi neste festival são totalmente pessoais. Se alguém “não gostar” do que vou escrever, tenha em mente que é apenas o meu gosto musical, a minha opinião. Outra pessoa pode me desdizer completamente, e ainda assim eu não estaria errado.

Chegando no Psicodália – Primeiros shows

Quantas idéias, quantas sensações. E na hora de começar a escrever sobre o festival, a tela branca do computador tenta inibir os pensamentos. Mas faço uma força e começo a organizar o turbilhão de idéias/sentimentos que este festival provocou.
Começo pensando na viagem. Eu e meu camarada Lucas, parceiro para qualquer parada (“Lucas, vamos animar aquele velório de um anão albino? – Claro, vambora…”), de Curitiba a Rio Negrinho, relembrando o Festival de 2009 em São Martinho, quando fomos em excursão e com a intenção de curtir um acampamento e quem sabe ver algumas bandas. Lembranças vem e vão, e depois de umas 2h e pouco de viagem, chegamos à Fazenda Evaristo. Dai é fazer registro na portaria (“Cara, você é do Lágrima Psicodélica?”), vistoriar o carro para ver se não tem nenhum corpo esquecido no porta malas (“Vivo ou morto. Mas se tiver pulseirinha pode entrar…”) e vambora estacionar o carro e encontrar um acampamento para montar barraca. Começa aqui o Festival psicodália 2011 para mim. Um festival de emoções, coincidências incríveis. Só alegria…
Acampamento montado em tempo recorde, afinal já era noite de sexta feira, e eu tinha que encontrar alguém da organização do festival para saber o que rolava e o que eu podia/não podia fazer. Aqui ocorreu a primeira coincidência: chega um cara, olha a quantidade de barracas em volta da área onde ele tinha acampado, e comenta “nossa, como aumentou a vizinhança”. Conversamos um pouco e descubro que era o Cliceu, membro da produção, responsável pela “Radio Kombi” e músico. Me apresento (“Cara, você é do Lágrima Psicodélica?”) e pergunto sobre as meninas da assessoria de imprensa. Montei a barraca ao lado das pessoas que eu precisava encontrar: As meninas da assessoria de imprensa do festival eram também as minhas vizinhas de barraca. Até aqui, tudo 100%.
Descemos a trilha que saia do nosso acampamento (chamado Os Mutantes), e vamos em direção ao palco. Recebemos instruções para irmos direto aos caixas para nos registrar, receber o nosso cartão e comprarmos as Dálias. Essa é a moeda a ser consumida no festival, porém os cartões são bem recebidos: ajuda na organização. O meu eu já sabia que eu traria como lembrança, e assim eu fiz. Na fila, uma troca rápida de conversas com a Zayra (desculpa se escrevi errado). Ela está morando de Rio Negrinho mas é de fora, se não me engano Curitiba mesmo, e era mais uma vizinha de acampamento. A galera curtiu acampar no Mutantes…
Aqui a memória já prega suas peças, não me lembro o que fizemos depois, até a hora do show da primeira banda: Mescalha.
Entram no palco três músicos, o básico de uma banda de rock. Um instrumental poderoso levanta a galera na primeira música, e logo depois o vocalista entra pulando e levantando a galera. O som da banda é muito bom, só achei que o guitarrista “exagera” um pouco na tentativa de ter estilo, em alguns momentos “espancando” a guitarra. Porém isso não tira o brilho de uma apresentação foda. Curti o som ao vivo.
No final, rolou um “medley” muito foda com trocentos clássicos do rock. Muito bem tocado.


Banda Mescalha



Mais uma pausa, uma garrafa de água sem gelo (garganta inflamada e um pouco de febre), e vamos para o segundo show, que eu esperava muito: Terra Celta.
Já tinha visto alguns vídeos no youtube, e imaginava o que estava por vir. Porém me surpreendeu mesmo assim. Os caras derrubaram tudo. Figurinos, apresentação bem humorada, música excelente e agitada. Tudo na medida certa para agradar ao público do Psicodália. Fantástica apresentação, coroada no final com a banda inteira no meio do público, exceto o baterista. Não o encontrei no Psicodália para pedir uma foto, atendendo ao pedido do vocalista da banda. Uma atitude nobre para compensar os anos de análise que o baterista fez. Uma pena… hehehe…


Banda Terra Celta


Continuo numa próxima postagem…

Links para contatos com as bandas citadas neste post:

Banda Mescalha:

Banda Terra Celta:

Sites do trampo fotográfico do Maurício Porão:

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>Dexx Psychedelic Tears 67

Posted by dexxcwb em 27 de fevereiro de 2011

>Último programa do Esquenta para o Festival Psicodália.



01 – Ave Sangria – Dois Navegantes
02 – Ave Sangria – Lá Fora
03 – Ave Sangria – Três Margaridas
04 – Ave Sangria – O Pirata
05 – Ave Sangria – Momento Na Praça
06 – Ave Sangria – Cidade Grande
07 – Ave Sangria – Seu Waldir
08 – Ave Sangria – Hey Man
09 – Ave Sangria – Por Que
10 – Ave Sangria – Corpo Em Chamas
11 – Ave Sangria – Geórgia, A Carniceira
12 – Ave Sangria – Sob O Sol De Satã


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13 – Tom Zé – Nave Maria
14 – Tom Zé – Fliperama
15 – Tom Zé – Classe Operária
16 – Tom Zé – Ogodô, Ano 2000
17 – Tom Zé – Hein
18 – Tom Zé – Menina Jesus
19 – Tom Zé – Menina, Amanhã de Manhã
20 – Tom Zé – Meninas da USP e da GV
21 – Tom Zé – Cademar
22 – Tom Zé – Brigitte Bardot
23 – Tom Zé – Augusta, Angélica e Consolação
24 – Tom Zé – Tô
25 – Tom Zé – Jimmy Renda-se – Moeda Falsa
26 – Tom Zé – Faça Suas Oraçäes (Antiga Gene)
27 – Tom Zé – Todos Os Olhos
28 – Tom Zé – Parque Industrial


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